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O que é o Make?
O Make é uma plataforma de automação no-code que permite conectar aplicativos, APIs e bancos de dados por meio de fluxos visuais. Com ela, empresas e profissionais podem automatizar processos de marketing, vendas, atendimento, operações e inteligência artificial sem precisar programar.
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A automação digital está se tornando essencial para empresas e profissionais. Uma das ferramentas que mais crescem nesse cenário é o Make automação, uma plataforma no-code que permite conectar aplicativos, automatizar tarefas e criar workflows inteligentes sem necessidade de programação.
Automação se tornou uma das principais tendências da economia digital.
Empresas, startups e profissionais independentes estão buscando formas de eliminar tarefas repetitivas, integrar sistemas e aumentar produtividade. Nesse contexto, surgiram plataformas chamadas no-code e low-code, que permitem construir automações sem necessidade de programação.
Entre essas plataformas, uma das que mais cresceram nos últimos anos é o Make (antigo Integromat).
A ferramenta permite conectar centenas de aplicativos — como Google Sheets, Notion, Slack, CRMs, bancos de dados e APIs de inteligência artificial — para criar fluxos automatizados complexos.
Isso significa que tarefas que antes exigiam horas de trabalho manual podem ser executadas automaticamente.
Mas afinal:
Neste guia completo do SPTechBR, analisamos como o Make funciona, suas aplicações práticas e seu impacto no crescimento da automação digital.
Durante anos, ferramentas de automação foram usadas principalmente para conectar sistemas e eliminar tarefas repetitivas.
A chegada da inteligência artificial mudou esse cenário.
Hoje, plataformas como o Make não servem apenas para integrar aplicativos.
Elas funcionam como camadas de orquestração capazes de conectar modelos de IA, bancos de dados, sistemas internos e ferramentas externas em fluxos completos de trabalho.
Na prática, isso significa que a automação deixou de executar apenas tarefas mecânicas e passou a participar de processos que envolvem análise, tomada de decisão e geração de conteúdo.

A plataforma Make automação permite integrar centenas de aplicativos.
Ele permite conectar aplicativos diferentes e criar workflows automatizados, chamados de cenários. Com Make automação é possível criar workflows complexos sem escrever código.
Esses cenários funcionam como diagramas de fluxo, nos quais cada bloco representa uma ação.
Exemplos de ações:
Esse tipo de automação é conhecido como workflow automation ou integração de processos digitais.

A lógica do Make é baseada em três elementos principais.
Cada aplicativo conectado ao Make aparece como um módulo dentro do fluxo.
Exemplos de módulos:
Cada módulo executa uma tarefa específica.
Os módulos são conectados em sequência.
Isso cria o fluxo de dados.
Por exemplo:
Formulário → Make → CRM → Email automático
Esse fluxo pode incluir dezenas de etapas.
Os cenários podem ser executados:
Por exemplo:
A popularidade do Make não surgiu por acaso.
Nos últimos anos, empresas passaram a lidar com um número crescente de ferramentas digitais.
Um estudo da Productiv mostra que empresas médias utilizam mais de 200 softwares diferentes.
Isso cria um problema importante:
essas ferramentas nem sempre se comunicam entre si.
Plataformas como o Make surgem justamente para resolver esse problema.
Elas funcionam como camadas de integração entre sistemas.
O avanço das plataformas de automação faz parte de uma mudança estrutural no trabalho digital. Em vez de executar tarefas isoladas manualmente, profissionais começam a construir sistemas capazes de operar processos inteiros de forma autônoma. Esse movimento foi explorado pelo SPTechBR em “Automação com IA: como eliminar tarefas repetitivas e recuperar horas da sua semana”, um dos conteúdos mais completos do portal sobre produtividade baseada em inteligência artificial.

Existem quatro fatores principais que explicam o crescimento da plataforma.
Diferente de muitas ferramentas de automação, o Make utiliza uma interface baseada em diagramas de fluxo.
Isso permite visualizar claramente:
Essa abordagem facilita a criação de automações complexas.
Comparado a outras plataformas, o Make permite:
Isso o torna muito mais poderoso para fluxos avançados.
O Make possui centenas de integrações prontas.
Entre elas:
Também é possível conectar qualquer API REST.

Nos últimos dois anos, o Make passou a ser usado para automatizar processos com IA.
Exemplos:
Isso conecta a plataforma diretamente à revolução da IA generativa.
A combinação entre automação e inteligência artificial está criando uma nova geração de workflows inteligentes. Em vez de apenas mover dados entre sistemas, esses fluxos conseguem interpretar informações, gerar conteúdo e tomar decisões simples automaticamente. Essa evolução foi analisada em “Workflows com IA: como automatizar processos completos e multiplicar sua produtividade em 2026“, artigo que mostra como empresas estão utilizando IA para transformar operações inteiras.
A criação de sistemas pessoais de produtividade está se tornando uma habilidade estratégica para profissionais digitais. Essa mudança se conecta diretamente ao conceito apresentado em “Mentalidade AI-first: o que é, como funciona e por que está redefinindo as empresas”, artigo que mostra como organizações e indivíduos estão reorganizando processos inteiros ao redor da inteligência artificial.
Grande parte do poder do Make vem da sua capacidade de conectar serviços diferentes através de APIs. Esse tipo de integração se tornou fundamental para a nova geração de aplicações digitais e ajuda a explicar o crescimento dos agentes inteligentes. O tema aparece em “Claude agora se conecta com seus apps: o que muda com os novos conectores da Anthropic“, análise sobre como assistentes de IA estão evoluindo para interagir diretamente com ferramentas externas.
Uma das maiores vantagens do Make é sua versatilidade.
Veja alguns exemplos práticos.
Fluxo possível:
Formulário → Make → CRM → Email automático
Resultados:
Fluxo possível:
Notion → Make → OpenAI → Google Docs → publicação
Isso permite criar pipelines de produção de conteúdo automatizados.
A criação automatizada de conteúdo se tornou uma das aplicações mais populares das plataformas de automação. No entanto, o valor real não está apenas em produzir textos mais rapidamente, mas em integrar pesquisa, geração de conteúdo, revisão e distribuição em um único fluxo operacional. Essa lógica aparece em “A stack de IA ideal em 2026: como escolher as ferramentas certas para cada trabalho“, análise sobre a construção de ecossistemas produtivos de inteligência artificial.
Fluxo possível:
Pedido → Make → ERP → atualização de estoque → envio de email
Empresas usam esse tipo de fluxo para reduzir erros operacionais.

O principal concorrente do Make é o Zapier.
Ambos oferecem automação entre aplicativos, mas possuem diferenças importantes.
| Característica | Make | Zapier |
|---|---|---|
| Interface | visual (fluxograma) | linear |
| Flexibilidade | muito alta | média |
| Curva de aprendizado | média | baixa |
| Automação avançada | excelente | limitada |
| Preço | geralmente mais barato | mais caro |
Em resumo:
A comparação entre Make e Zapier ajuda a entender uma mudança importante do mercado. Ferramentas que antes eram vistas apenas como conectores entre aplicativos agora começam a disputar espaço como plataformas de automação inteligente. Esse cenário foi explorado pelo SPTechBR em “Zapier vs Make vs n8n: qual ferramenta de automação com IA realmente vale a pena em 2026?”, um dos comparativos mais completos sobre o tema.
O Make possui um modelo de preços baseado em operações mensais.
Cada execução de ação dentro de um fluxo conta como uma operação.
Permite:
Os planos pagos incluem:
Empresas podem usar a plataforma para automatizar processos inteiros.
Ferramentas como o Make fazem parte de uma mudança estrutural no trabalho digital.
Cada vez mais profissionais criam sistemas pessoais de automação.
Esses sistemas ajudam a:
Nos próximos anos, a combinação de:
deve transformar profundamente a forma como empresas operam.
Plataformas como o Make são um exemplo claro dessa transformação.
A automação está alterando profundamente a forma como profissionais criam valor dentro das organizações. Em muitos casos, a diferença de produtividade já não depende apenas de conhecimento técnico, mas da capacidade de construir sistemas eficientes utilizando IA e automação. Esse fenômeno aparece em “A IA está criando profissionais aumentados — e isso pode ampliar desigualdade no trabalho de formas que ainda não discutimos“, análise sobre os efeitos da inteligência artificial no mercado de trabalho.
| Processo | Sem automação | Com Make |
|---|---|---|
| Captura de leads | Manual | Automática |
| Atualização de CRM | Manual | Automática |
| Relatórios recorrentes | Horas | Minutos |
| Publicação de conteúdo | Diversas etapas | Workflow único |
| Integração entre sistemas | Desenvolvimento customizado | Fluxo visual |
Antes da IA generativa, plataformas de automação eram usadas principalmente para mover informações entre sistemas.
Hoje elas também conseguem:
Essa mudança está transformando ferramentas como o Make em verdadeiras plataformas de orquestração digital.
Não. O Make é uma plataforma de automação. No entanto, ele pode integrar modelos de IA e utilizar inteligência artificial dentro dos workflows.
Depende do uso. O Zapier costuma ser mais simples para iniciantes, enquanto o Make oferece maior flexibilidade para automações complexas.
Não necessariamente. A maior parte das automações pode ser construída utilizando a interface visual da plataforma.
Sim. É possível integrar APIs da OpenAI, Anthropic e diversos outros serviços de IA.
Sim. Pequenas empresas e profissionais independentes estão entre os principais usuários da plataforma.
A capacidade de conectar diferentes sistemas e criar fluxos automatizados sofisticados sem depender de desenvolvimento tradicional.
Em muitos casos, sim. Empresas utilizam a plataforma para automatizar marketing, vendas, atendimento, geração de conteúdo e operações internas.
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